janeiro 9th, 2015

Câncer e aids
É preciso falar sobre eles

De outubro para cá temos assistido a campanhas de conscientização sobre diversos tipos de câncer. A sociedade tem se mobilizado para isto com caminhadas, palestras, informativos, luzes nos principais monumentos, laços rosas, azuis e dourados como um convite a nova atitude.
Outubro Rosa alerta sobre o câncer de mama. Novembro Azul sobre o segundo tipo de câncer que mais mata homens no mundo: o de próstata. Também temos o Novembro Dourado que tem como foco o câncer infantil.
Mobilizar a população este é objetivo.
De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil são esperados 57.120 casos novos de câncer de mama para 2014. Quanto aos tumores mais frequentes nas crianças e adolescentes são as leucemias, os do sistema nervoso central e os linfomas. O câncer já representa a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, para todas as regiões brasileiras, nos informa o INCA (Instituto Nacional do Câncer).
No caso do câncer de próstata são esperados 60 mil novos casos neste ano. São dados alarmantes que geram número expressivo de mortes e elevam o custo para o governo. Prevenir sai muito mais barato para todos. Desta forma, o Ministério da Saúde investe em publicidades, campanhas e cria programas de assistências.
Vários são os fatores que aumentam o risco para que estas doenças apareçam, como a obesidade, falta de exercícios físicos, excesso de bebida alcóolica, alimentação precária e fator genético (história familiar com casos de CA).
A boa notícia é que quando mais cedo se descobre esta doença, mais sucesso no tratamento e na cura. Neste sentido, a Sociedade Brasileira de Urologia exibe um dado muito interessante: 90% dos tumores de próstata são curáveis quando diagnosticados no início.
Para todos os casos é preciso o autoexame e informações. Para as mulheres se complementa com a mamografia e ultrassom. Os homens também fazem ultrassom e ressonâncias, conforme o caso.
O site mulherconsciente.com. br ensina o caminho das pedras que é o de conhecer, descobrir, tratar e superar. Este é o caminho. Buscar apoio é essencial. “O fim do tratamento é o início de uma nova vida saudável com os devidos cuidados.”
Contudo, alerta o site, é essencial ficarmos atentos e não deixar de conhecer nosso corpo. Ao menor sinal de alterações suspeitas é preciso ir ao médico. É através da nossa observação e do toque que 35% dos casos de câncer são descobertos e com grande chance de cura.
Ter atitude, ser consciente e não ter medo faz toda a diferença para uma vida prolongada e saudável.

Aids

A aids vem sendo considerada como um dos maiores problemas da atualidade pelo seu poder pandêmico (atinge muitas pessoas ao mesmo tempo) e pela sua gravidade. É uma doença que em 2011 atingiu quase quarenta mil pessoas no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. No ano de 2013, foram contabilizadas 1,3 milhão de mortes e 1,8 milhão de novas infecções em todo o mundo.
O Dia Mundial de luta contra aids é comemorado no dia primeiro de dezembro e tem por finalidade conscientizar as pessoas que prevenção é o melhor remédio. O Portal Saúde evidencia que grande parte da população desconhece suas formas de transmissão e consequentemente a prevenção do HIV.
O vírus HIV é transmitido pelo sangue, esperma, secreção vaginal, leite materno, seringas compartilhadas ou por transfusão de sangue contaminado.
É importante saber que o portador do vírus, mesmo sem apresentar os sintomas da Aids, pode transmitir o vírus. Por isto, a necessidade do uso de camisinhas em todas as relações sexuais, alerta o Ministério da Saúde.
Os principais sintomas para quem tem a doença são febre, mal-estar, diarreia, suores noturnos e emagrecimento. Depois, com o tempo, o organismo fica mais fraco, com o sistema imunológico abalado (destruição dos glóbulos brancos) permitindo que várias outras doenças apareçam. Pneumonia, tuberculose, alguns tipos de câncer, hepatites virais são algumas delas.
O Dia Mundial de Luta contra Aids objetiva não só conscientizar as pessoas dos cuidados preventivos como também busca acabar com o preconceito associado à doença.
Abraçar, dar carinhos, compartilhar do mesmo espaço físico não são formas de contágio.
Assim como o aperto de mão, uso de talheres e copos, assento de ônibus, piscina, banheiro não são transmissores do vírus. O Portal Saúde sugere que quanto mais respeito e carinho se tem com um portador de HIV/Aids, melhor será a resposta ao tratamento. O convívio social aumenta a autoestima das pessoas e as estimula cuidar melhor da saúde.

Vanessa Arruda www.vanessaarruda.com.br
Administradora do Laboratório São Lucas, Mestranda em Administração, Jornalista, Pós Graduada em Marketing Político, Membro da Academia de Letras de Vespasiano, Poeta, Escritora, Professora Universitária. Nov/2014.

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