junho 20th, 2012

Tempo – A cialis 5mg moeda mais cara do século XXI

Entre uma cerveja e outra o bate-papo corria solto. E foi assim numa mesa de bar que o assunto “tempo” começou.
O mais revoltado de todos comentou sobre o tempo de espera num consultório médico: – estava eu com minha mãezinha num oncologista quando esperei nada mais nada menos que duas horas para passarmos pelo médico. Vejam bem, não estou falando na quimioterapia que é um procedimento demorado mesmo. Estou falando do absurdo de se marcar um horário e este horário e o paciente serem desrespeitados! Será que os médicos não percebem que estão fazendo mal a todos nós?
- É mesmo. Furtivamente num consultório do meu ginecologista, após 60 minutos de espera, tive acesso à agenda de marcação de consultas. Havia 05 pessoas marcadas para às 17:30 h! A desculpa dada pela demora foi um parto de última hora e o engarrafamento…
- Isto não é nada, meu amigo. Eu tinha uma audiência marcada para 14 h e a Juíza chegou ao Fórum às 15:30 h. Pode? Sabe que horas consegui sair de lá? Às cinco horas da tarde. Será que meu tempo não vale nada? Será que não tenho serviço, casa, família, ou nada pra fazer? Argumentou outro revoltado com a espera de um compromisso agendado.
Então, um outro bem humorado deu sua opinião e quis começar um campeonato (quem ganhasse receberia uma cerveja) de quem espera mais e qual o local onde mais desperdiçamos nosso tempo: – Banco! Não dá outra! Fui pagar minhas contas no quinto dia útil bem na horinha do almoço. Havia apenas um caixa para atendimento preferencial e outro para as senhas comuns. Será que os gerentes não percebem que é preciso mais de dois caixas na hora do almoço, principalmente em dias de pagamentos? Sei que tá mais que explícito que os banqueiros só querem ganhar dinheiro. Vejam a quantidade de taxas debitadas em nossas contas, mas fingir que não somos nada já é demais. Achar que podemos ficar gastando nosso tempo em bancos é subestimar e desvalorizar os clientes.
- Ué, mas não tem aquela lei que em banco só se pode demorar no máximo 15 minutos? Perguntou um debochado.
- Acaso já viu esta lei ser cumprida e respeitada? Desta forma os bancos não respeitam mesmo. Não há punição, não há multas e nem movimento dos clientes para coibir esta prática.
- Antigamente tínhamos horror de ir ao INSS, no entanto, hoje melhorou e muito. Já perceberam? Agora quanto às prefeituras somente Deus pra ter piedade de nós. Outro dia fui buscar uma segunda via de impostos numa prefeitura no norte de Minas. Esperei, esperei e ainda tive que voltar no dia seguinte.
A brincadeira com assunto sério produziu uma lista enorme. Espera por ônibus, Delegacia de Polícia, Loterias e Pronto Atendimentos também encabeçaram a listinha que revela o descaso com o tempo do outro. Eu posso atrasar e você pode esperar. Desde que este outro que espera não seja eu !!!
Houve um tempo em que a moeda que prevalecia era a de troca. Uma galinha por vaso, peixe por milho etc. Logo o sistema de troca foi sendo, aos poucos, substituído por moedas de ouro e prata, até surgir a moeda de papel (notas). Hoje, temos a moeda eletrônica, a virtual. Fazemos transações via computador e em máquinas eletrônicas. Todas foram e são moedas valiosíssimas.
Atualmente a moeda mais valiosa para este mundo de correrias, de muitas tarefas e obrigações é o tempo. Temos que administrá-lo bem se quisermos dar conta de tudo. Até mesmo para ganhar a nossa moeda vital (salário). Tarefa quase que impossível, haja vista que a maioria das pessoas que prestam serviços não sabe administrar o próprio tempo. Acabam por boicotar o nosso, nos atrasam, interferem em nossa qualidade de vida.
Evidentemente que o assunto se estendeu até altas horas e ninguém ganhou o campeonato. A conclusão que se chegou é que neste mundão doido de gente correndo pra lá, gente correndo pra cá, dane-se quem está esperando. Infelizmente.
Cura Prânica: a matéria sobre Cura Prânica teve uma repercussão bacana. Muita gente se interessou pelo assunto. Segue, então, o endereço do Núcleo Mineiro de Terapia Prânica que fica na Rua Itamarati, 1071- Bairro Minas Brasil, em Belo Horizonte/MG. Tel (31) 3375-6036.

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