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	<title>Vanessa Arruda - Blog</title>
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	<description>Cultura - Política - Cotidiano</description>
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		<title>Como preencher (e bem) as páginas em branco de 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 16:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>

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		<description><![CDATA[COMO PREENCHER AS PÁGINAS EM BRANCO DE 2012 Todo ano novo é um livro com páginas em branco. A pergunta é: como preencher (e bem) estas 365 páginas? Um livro dividido em grupos como o grupo da família, amigos, trabalho, lazer, cidadania e muitos outros seria uma ótima forma de nos organizarmos e de fazer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">COMO PREENCHER AS PÁGINAS EM BRANCO DE 2012</p>
<p style="text-align: left;">Todo ano novo é um livro com páginas em branco. A pergunta é: como preencher (e bem) estas 365 páginas?</p>
<p style="text-align: left;">Um livro dividido em grupos como o grupo da família, amigos, trabalho, lazer, cidadania e muitos outros seria uma ótima forma de nos organizarmos e de fazer planejamentos.</p>
<p style="text-align: left;"> Por exemplo, o que queremos para o nosso País? Excelente oportunidade para exercermos a cidadania. Que tal algumas ações para reforçar o “Ficha Limpa” e nossa indignação contra a corrupção? Vários são os caminhos e depende do que queremos para um <em><strong>Brasil de caráter.</strong></em></p>
<p style="text-align: left;"> E para sermos felizes? Na revista Bons Fluídos de dezembro há uma definição bem bacana de felicidade. “Um estado de satisfação e contentamento consigo mesmo e com a vida e para alcançá-la ajuda muito a decisão de ser feliz.”</p>
<p style="text-align: left;">Então, as páginas em branco são a esperança de não repetirmos erros, corrigir uns tantos outros e planejar mudanças. Ah&#8230; as mudanças!</p>
<p style="text-align: left;">Por em prática a esperança de vida melhor, de um convivio saudável com a família, amigos e trabalho. Tudo de bom! E eis que chegamos a uma receitinha de 2012 feliz, próspero, cheio de saúde e de dinheiro, Sem, claro, nos esquecermos da fé, orações e de pedir a Deus clemência, muita clemência para todos nós.</p>
<p style="text-align: left;">Então, vamos às receitas dadas pela revista para começarmos, vivermos e terminarmos com saldo positivo o próximo ano: &#8211; Transforme a felicidade em prioridade, sem, contudo, prejudicar o outro. &#8211; Ninguém é feliz em um mundo sujo. Reciclar mais e mais. Recicle roupas, lixo e até pensamentos. &#8211; Sinta gratidão pela vida, pelo que tem. Agradeça sempre. &#8211; Honre a palavra dada. Tenha caráter. Seja honesto, ético. &#8211; Busque a proximidade com a natureza, relaxe. Procure manter corpo e mente saudáveis. &#8211; Viajar amplia horizontes, possibilita novos amigos, novas idéias. &#8211; Beba muita água. Cultive um jardim ou uma horta. É garantia de flores vistosas e alimentos frescos todo dia. &#8211; Viva um bom presente lembrando que é no presente que construímos um bom futuro. &#8211; Cerque-se de pessoas que tenham autoestima estruturada. Fuja dos sugadores de energia, daqueles que estão sempre falando sobre o que vai mal, apontando defeitos em você ou nos outros. &#8211; Faça uma lista de suas qualidades. E nos momentos de baixo astral releias. &#8211; Não espere uma ocasião para celebrar a vida. Brinde com os amigos, família, colegas e olhe, que pode ser com suco! &#8211; Mobilize-se contra a violência, corrupção, crise econômica, desigualdades, preconceitos. Lutar por um mundo melhor faz um bem danado. &#8211; Lembre-se que a vida começa todos os dias. Felicidade é algo que não se consegue facilmente, É preciso buscá-la. &#8211; Faça caridades, doe cesta básica para os projetos da nossa Igreja. Doe boas palavras. Seja generoso.</p>
<p style="text-align: left;"> Enfim, foram dadas 365 dicas impossíveis de relacioná-las aqui e que no fundinho sabemos muito bem se devemos seguí-las ou não, pois temos conhecimentos de todas elas. Basta lembrarmos apenas de que <strong>inevitavelmente se fizermos o bem receberemos o bem</strong>&#8230;</p>
<p style="text-align: left;"><em><strong> Feliz 2012 para todos! </strong></em></p>
<p style="text-align: left;"><strong><em>(matéria publicada no Jornal Tribuna das Gerais, dez/2011)</em></strong></p>
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		<title>Dizendo Adeus</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 16:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[Convivendo com a morte e perda]]></category>
		<category><![CDATA[Luto]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizendo Adeus Amenizando uma dor que não tem tamanho            Para você que perdeu alguém muito amado saiba que o luto é como uma ferida: o sangue escorre e olhamos horrorizados para ela sem entender de imediato como aquilo aconteceu. E ficamos questionando por que nos ferimos, se  irá cicatrizar e quando será isso. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dizendo Adeus</strong></p>
<p><strong>Amenizando uma dor que não tem tamanho </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>         Para você que perdeu alguém muito amado saiba que o luto é como uma ferida: o sangue escorre e olhamos horrorizados para ela sem entender de imediato como aquilo aconteceu. E ficamos questionando por que nos ferimos, se  irá cicatrizar e quando será isso.</strong></p>
<p><strong>         Para curá-la, temos de cuidar dela. Descobrir o que fazer para melhor facilitar a sua cura. Se tivermos ajuda adequada a dor passará mais rapidamente e a cicatrização se fará melhor.</strong></p>
<p><strong>         No final do processo, nossa pele não ficará como antes. Restará uma marca – a cicatriz – que poderá ser maior ou menor, de melhor ou pior qualidade, indolor ou ainda dolorosa, tudo dependendo do tratamento que lhe dermos, dos cuidados que tomarmos.</strong></p>
<p><strong>         Ao entrarmos num processo de luto, a primeira coisa que devermos fazer é sermos compassivos conosco mesmo. Nós somos ou deveríamos ser o nosso melhor amigo. Tomando todos os cuidados necessários, mas sem pretender que a ferida cure-se num segundo. Ela demanda tempo para se curar totalmente.</strong></p>
<p><strong>         &#8230; A vida continua. Por mais que pensemos o contrário, ninguém, absolutamente ninguém, é insubstituível nessa vida.</strong></p>
<p><strong>         Algumas pessoas costumam dizer “Eu não posso morrer agora. Tenho de criar meus filhos”! Ora, quem garante que se ela morrer, outras pessoas não darão melhor futuro para seus filhos?</strong></p>
<p><strong>         Nós não somos insubstituíveis para os outros nem os outros para nós. Mas somos insubstituíveis para nós mesmos! Tomar consciência dessa realidade nos ajuda a lidar melhor com a morte.</strong></p>
<p><strong>         &#8230; Não devemos ter a apego a nada neste mundo. O apego é a maior causa dos sofrimentos humanos. Por nos julgarmos “donos” das pessoas é que sofremos tanto quanto as perdemos. Elas não são propriedades nossa! Amar não é ser dono! <em>Quem se julga dono, vira posse!</em></strong></p>
<p><strong>         Por nos julgarmos donos de cargos, de posições, de bens e de títulos, é que sofremos com medo da morte. Ela não respeita nossos cargos nem títulos, muito menos nossas posses. E nos leva para longe de tudo isso, deixando os cargos, bens e títulos para os outros!</strong></p>
<p><strong>         Ser desapegado é amar verdadeiramente a vida, as pessoas e tudo que é colocado em nossas mãos.</strong></p>
<p><strong>         É respeitar a liberdade das pessoas, no seu direito de ir e vir como quiserem.</strong></p>
<p><strong>         Ser desapegado é ter a humildade de dar, tanto quanto de receber.</strong></p>
<p><strong>         Aceitar a ajuda dos outros e ajudar-se a si mesmo. É ter amor por si próprio, sem ser vaidosamente auto-suficiente. Pois ninguém basta a si próprio.</strong></p>
<p><strong>         Se estiver vivendo um luto, não se puna. Ninguém é culpado pela impermanência das pessoas. Tudo nesse mundo, regido pelo espaço e pelo tempo, é impermanente. Até a nossa dor é impermanente. Ela acaba, se abranda. É uma questão de tempo.</strong></p>
<p><strong>         A morte é parte integrante da vida. Desde o momento em que fomos gerados no ventre materno, começamos a viver tanto quanto começamos a morrer.</strong></p>
<p><strong>         Todos os dias morremos e renascemos. Nunca levantamos numa manhã, sendo a mesma pessoa de ontem. O “eu” de ontem morreu. Hoje sou um novo “eu”. Como posso ficar apegado ao “eu” que já morreu?</strong></p>
<p><strong>         Tenhamos sempre a consciência de que o importante não é o que a vida faz comigo, mas o que eu faço com minha vida, e sobretudo, o que eu faço com o que a vida me oferece!</strong></p>
<p><strong>Fonte: Dizendo Adeus- Como viver o luto, para superá-lo. Evaldo A D’Assumpção. Editora Fumarc- 8ª Edição.</strong></p>
<p><strong>Vanessa Arruda       </strong><a href="http://www.vanessaarruda.com.br/"><strong>WWW.vanessaarruda.com.br</strong></a><strong></strong></p>
<p><strong>Administradora do Laboratório São Lucas- Jornalista, Pós Graduada em Marketing, Mestranda em Administração, Professora Universitária.</strong></p>
<p><strong>Outubro/2011</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Emagrecimento rápido e fácil</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 16:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer a qualquer custo]]></category>
		<category><![CDATA[Victoza]]></category>

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		<description><![CDATA[As conseqüências do Emagrecimento rápido e fácil Todo mundo tem um sonho. Estava nas paginas da revista Veja  a realização dos sonhos dos gordinhos, ou seja, emagrecer rápido, fácil, sem exercícios físicos sem deixar de ingerir as maravilhosas e calóricas comidas. Na semana passada  a revista trouxe  uma reportagem fantástica, que mexeu com o imaginário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As conseqüências do</p>
<p><strong>Emagrecimento rápido e fácil</strong></p>
<p>Todo mundo tem um sonho. Estava nas paginas da revista Veja  a realização dos sonhos dos gordinhos, ou seja, emagrecer rápido, fácil, sem exercícios físicos sem deixar de ingerir as maravilhosas e calóricas comidas.</p>
<p>Na semana passada  a revista trouxe  uma reportagem fantástica, que mexeu com o imaginário dos obesos, ao citar um medicamento &#8211; Victoza- de uso exclusivo para diabéticos e que faz emagrecer de 7 a 12 quilos em apenas cinco meses. Milagre? Vejamos.</p>
<p>Responsável pela liberação de toda e qualquer medicação no Brasil a ANVISA &#8211; Agência Nacional da Vigilância Sanitária esclarece que a Victoza teve seu uso liberado em março de 2010, exclusivamente para pacientes adultos com  diabetes mellitus tipo 2. É um produto “biológico”, de uso injetável, contendo a substância liraglutida. Portanto, seu uso não é indicado para emagrecimento.</p>
<p>O próprio laboratório fabricante  faz um alerta na bula que o medicamento é novo e, embora pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos, imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso informar ao médico que o prescreveu imediatamente.</p>
<p>A Anvisa ainda alerta que o seu uso fora da indicação do diabetes pode acarretar pancreatite, desidratação, alergias e alteração na função renal.</p>
<p>         O Farmacêutico Bioquímico, Dr. Márcío Antônio de Oliveira, fez questão de enfatizar os efeitos colaterais de um antiabético em pessoas que não são diabéticas. Pode causar sérios danos ao organismo como o câncer no  pâncreas, hipotireoidismo, hipoglicemia, diarréias, náuseas e vômitos. Além disto, Dr. Márcio ainda chama atenção para o  alto custo da medicação que gira em torno dos quatrocentos reais.</p>
<p>Até que ponto vale à pena realizar um sonho pagando um preço tão alto? Reflexões à parte. Somos livres para fazer escolhas. Que impere o bom senso, a sensatez  e a cautela que aliados à realização dos sonhos traga a tão sonhada felicidade.</p>
<p>(Matéria publicada no jornal Tribuna das Gerais, setembro/2011)</p>
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		<title>Os Segredos da Vida</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 18:21:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[Auto ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Os segredos da vida]]></category>
		<category><![CDATA[SEgredos do bem viver]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Segredos da vida  Vanessa Duguet Arruda             Este é o título de um livro cujo ensinamento maior está em viver cada dia com amor. Um amor verdadeiro e incondicional.             “Você não vai receber outra vida como esta. Você nunca mais vivenciará o mundo exatamente desta maneira, com esses pais, filhos, familiares e amigos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Segredos da vida</p>
<p style="text-align: right;"> Vanessa Duguet Arruda</p>
<p>            Este é o título de um livro cujo ensinamento maior está em viver cada dia com amor. Um amor verdadeiro e incondicional.</p>
<p>            “Você não vai receber outra vida como esta. Você nunca mais vivenciará o mundo exatamente desta maneira, com esses pais, filhos, familiares e amigos. Nem experimentará a terra com todas as suas maravilhas novamente neste período da História. Não espere o momento em que desejará dar uma última olhada no oceano, no céu, nas estrelas ou nas pessoas queridas. Vá olhar agora.”</p>
<p>Um sábio conselho dos autores que compartilham conosco as lições aprendidas com diversas pessoas comuns que, em seus momentos finais, enxergaram com clareza o verdadeiro significado da vida e o que ela pode nos oferecer de mais precioso. É exatamente este segredo que quero partilhar com meus leitores. Um tesouro inigualável.</p>
<p>A primeira lição a ser pensada e adotada é que o amor é a única experiência verdadeiramente real e duradoura da vida. Ele é a essência dos relacionamentos, o âmago da criatividade, o oposto do medo do poder, uma parte fundamental de quem somos. Ele é a fonte da felicidade, a energia que vive dentro de nós e nos une aos outros seres.</p>
<p>O verdadeiro amor, aquele que existe apenas devido ao que somos e não por causa do que temos ou fazemos ou deixamos de fazer, existe. Ele não se concretiza no encontro do outro, do parceiro perfeito ou do melhor amigo. A totalidade do amor que buscamos vive conosco e dentro de nós, agora, na realidade.</p>
<p>É uma pena, mas somos amados pelo que fazemos pelos outros, pelo dinheiro que ganhamos, por sermos engraçados ou inteligentes, pela maneira como tratamos nossos filhos ou cuidamos da casa, e assim por diante. Da mesma forma, temos dificuldade em amar as pessoas como são, com suas qualidades e defeitos. Frequentemente nos vemos decepcionados e achando razões para não amar os outros. Este é o amor condicional que devemos abandonar.</p>
<p>Certa vez, num seminário, uma senhora relatou que toda vez que chegava em casa encontrava seu filho sentado na bancada da cozinha, usando uma camiseta desbotada e rodeado de amigos. Ela, a mãe, tinha receios que os vizinhos pensassem que não tinham o que dar de apropriado ao filho.</p>
<p>Após exercícios de aceitação e de encontro com seu “eu” e com Deus ela compreendeu que a vida é uma dádiva e que ela não teria o filho para sempre. Então imaginou que se morresse amanhã como se sentiria a respeito da própria vida? E se o filho morresse amanhã, com que roupa o enterraria? Com terno? Ele iria odiar. Teria mesmo que enterrá-lo com a droga daquela camiseta de que ele tanto gosta. Seria a forma de honrar sua vida e respeitá-lo.</p>
<p>Compreendeu, então, que apesar de querer amar ao filho na hora da morte pelo que ele é e por aquilo de que ele gosta, não estava disposta a dar-lhe esta dádiva em vida.</p>
<p>Ora, a camiseta possui um enorme significado pra ele. Seja por que motivo for, ela é a sua roupa predileta.</p>
<p>Naquele dia, ao chegar em casa, abraçou o filho e disse que o amava do jeitinho dele. Esta senhora sentiu-se tão bem por abandonar as expectativas, por deixar de colocar condições para amar, que simplesmente continuou a amá-lo do jeito que ele era. Agora não está mais tentando fazer com que ele seja perfeito. Descobriu, a tempo, que o filho é bacana do jeito que ele se veste.</p>
<p>Encontrou paz e felicidade no amor incondicional.</p>
<p>O segredo está exatamente em dar e não no receber. Se por acaso alguém quiser medir o amor que recebe, jamais se sentirá amado. Porque o ato de medir não é um ato de amor.</p>
<p>Livro Os Segredos da Vida – Elizabeth Kubler Ross e David Kessler-   Editora Sextante</p>
<p>(Matéria publicada no jornal Tribuna das Gerais – agosto/2011)</p>
<p><a href="http://www.vanessaarruda.com.br/"></a></p>
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		<title>Casagrande e a cocaína</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 15:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[Casagrande no Faustão]]></category>
		<category><![CDATA[Crack; Cocaina]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento do Casagrande no Faustão]]></category>
		<category><![CDATA[Usuários de drogas]]></category>

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		<description><![CDATA[Casagrande e a cocaína Comoção e tristeza. Estes foram os sentimentos que Walter Casagrande, atual comentarista esportivo da TV Globo e ex-jogador de futebol, causou em todo o Brasil, ao falar sobre seu envolvimento com a cocaína, no Domingão do Faustão, em pleno horário nobre. O apresentador do programa enfatizou por diversas vezes que este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Casagrande e a cocaína</p>
<p>Comoção e tristeza. Estes foram os sentimentos que Walter Casagrande, atual comentarista esportivo da TV Globo e ex-jogador de futebol, causou em todo o Brasil, ao falar sobre seu envolvimento com a cocaína, no Domingão do Faustão, em pleno horário nobre.</p>
<p>O apresentador do programa enfatizou por diversas vezes que este é problema da sociedade brasileira. Problema que aflige diversas famílias e por isto mesmo, sua admiração pelo amigo Casagrande, ali, naquele momento aumentou ainda mais, devido a sua coragem ao se expor e de falar do tormento pelo qual passou e ainda continua passando. &#8220;Eu, como jogador, tive que matar um leão por dia, mas agora é muito mais difícil, pois o inimigo é muito mais poderoso. É batalhar pela vida, não para vencer um adversário em campo&#8221;, afirmou, citando a importância da família para sua recuperação. &#8220;O dependente precisa de ajuda mesmo. Uma das coisas que você tem que admitir no espelho é: &#8216;eu sou um fracassado perante as drogas&#8217;. Eu tenho três psicólogas e um psiquiatra com quem faço terapia uma vez por semana. E não tenho nenhuma vergonha em pedir ajuda a elas quando preciso&#8221;.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde a cocaína é uma substância natural, extraída das folhas de uma planta exclusivamente da América do Sul conhecida como coca ou epadú, este último nome dado pelos índios brasileiros. A cocaína pode chegar ao consumidor sob a forma de um sal conhecido como &#8220;pó&#8221;, &#8220;farinha&#8221;, &#8220;neve&#8221;, &#8220;branquinha&#8221;, sendo aquecida e fumada em cachimbo. Causa dependência rapidamente. Em poucos segundos ela atinge o sistema nervoso e produz agitação e euforia. Logo mais, vem a depressão, perda de apetite e do peso, desnutrição, insônia, tosse, problemas cardíacos e sentimento de perseguição.</p>
<p>Anteriormente a preocupação das famílias era com os filhos adolescentes que em busca de novas sensações e experiências usavam todo tipo de droga. Da maconha, cola de sapateiro, tinner, bebidas alcoólicas até a mais atual e devastadora droga que veio da Bolívia: óxi.</p>
<p> O oxi, abreviação de oxidado, é uma mistura de base livre de cocaína, querosene &#8211; ou gasolina, diesel e até solução de bateria, cal e permanganato de potássio. É uma pedra, só que branca e é fumada num cachimbo. A diferença é que é mais barata e mata mais rápido.</p>
<p>O que era problema somente dos jovens passou a ser de adultos, como o caso do Casagrande, que aos 39 anos de idade na tentativa de preencher o vazio de sua vida, acabou por enveredar pelo pior caminho. O caminho das drogas que inevitavelmente leva qualquer pessoa para o abismo. E de quebra, leva também os familiares que muitas das vezes, desesperados com o fundo do poço que o usuário acaba chegando; costumam desejar a morte do ente querido. Homem de fama, ex-jogador de futebol da seleção brasileira, com situação financeira bacana, carros importados, pai de três filhos teve que ser internado sem a própria permissão para não causar mais danos à sociedade e à própria família.</p>
<p>O que faz o Brasil inteiro perguntar: &#8211; o que leva alguém adulto, supostamente estruturado na vida a consumir drogas?</p>
<p>Recentemente em nossa região fomos surpreendidos pela morte de um amigo. Também um homem adulto, empresário, de família rica, querido na sociedade local, com filho adolescente fora internado duas vezes em clínica especializada. Não suportou a pressão e acabou por se matar na própria casa. Foi um choque encontrá-lo morto. Onde, nós os amigos, erramos? Por que não fomos sensíveis o bastante para perceber tamanha aflição e desespero?</p>
<p>Este é um grave problema da saúde pública que gasta milhões com clínicas de recuperação, com acidentes e todo tipo de transtorno que um usuário de drogas causa à sociedade. O Ministério da Saúde tem apostado em maiores investimentos financeiros, em educação como forma de alerta e em novos modelos de CAPs.</p>
<p>Mas é pouco. É preciso políticas públicas mais rigorosas impedindo a entrada da droga no País, leis mais rígidas para o traficante, acesso às ajudas psicológicas ou psiquiátricas com mais facilidade e muitas outras ações. Sobretudo, é preciso boa vontade.</p>
<p>Este é também um problema de todos nós. De uma sociedade como um todo. Então, façamos a nossa parte. Seja denunciando, seja exigindo mais dos políticos, seja cuidando mais dos nossos filhos. Seja como for. O que não podemos é nos calar e passivamente deixar a droga rolar por aí e assistir de braços cruzados o suicídio de um amigo.</p>
<p>(Matéria publicada no Jornal Tribuna das Gerais, julho/2011)</p>
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		<title>Dia dos Namorados</title>
		<link>http://www.vanessaarruda.com.br/poemas/dia-dos-namorados-2/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 14:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Dia dos Namorados]]></category>
		<category><![CDATA[pOEMA DE AMOR PARA NAMORADOS]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu quero ser pra você (Vanessa Arruda) Eu quero ser pra você O Dia dos Namorados Mais feliz de sua vida. Quero ser pra você Um hoje tão forte E tão vivido que o nosso amanhã será sempre o agora. Quero ser pra você Inúmeros encontros Infindáveis, amáveis eternamente desejáveis! Quero ser pra você Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu quero ser pra você (Vanessa Arruda)</p>
<p>Eu quero ser pra você O Dia dos Namorados</p>
<p>Mais feliz de sua vida.</p>
<p>Quero ser pra você</p>
<p>Um hoje tão forte E tão vivido</p>
<p>que o nosso amanhã</p>
<p>será sempre o agora.</p>
<p>Quero ser pra você</p>
<p>Inúmeros encontros</p>
<p>Infindáveis, amáveis</p>
<p>eternamente desejáveis!</p>
<p>Quero ser pra você</p>
<p>Uma lembrança que não se esgota</p>
<p>Saudade que não se cansa</p>
<p>Uma certeza, um amor único. (</p>
<p>(B.Horizonte 12/06/2011)</p>
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		<title>O que é preciso para melhorar o Brasil? Punidade, certamente!</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Feb 2011 11:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[Punidade já; Acidente no Anel rodoviário)]]></category>

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		<description><![CDATA[  VAnessa Arruda                     Hoje, vemos tanta coisa ruim que passamos a banalizar as tragédias, acidentes, mortes, estupros, corrupções, ladroagem e todo tipo de violência. Só nos revoltamos quando somos afetados direta ou indiretamente por elas.          Quando uma carreta biltrem com 37 toneladas passou por cima de 15 carros na tarde de 6ª. feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p style="text-align: right;">VAnessa Arruda </p>
<p>                   Hoje, vemos tanta coisa ruim que passamos a banalizar as tragédias, acidentes, mortes, estupros, corrupções, ladroagem e todo tipo de violência. Só nos revoltamos quando somos afetados direta ou indiretamente por elas.</p>
<p>         Quando uma carreta biltrem com 37 toneladas passou por cima de 15 carros na tarde de 6ª. feira passada, no anel rodoviário em B.Horizonte, simplesmente ignorei detalhes do socorro feito por helicópteros e assim não imaginava o tamanho da tragédia. A televisão mostrava o acidente, pessoas mortas, carros irreconhecíveis e o desespero dos que estavam por perto. Optei pela indiferença. Era mais um caso que faria parte das estatísticas e da omissão do nosso governo.</p>
<p>         Contudo, ao saber que neste acidente uma das vitimas fatais era uma amiga de infância, doeu. Ver um pai carregar o caixão da filha de 44 anos, doeu muito mais. Ainda que doa enterrar pai e mãe; não é normal pais enterrarem filhos.    </p>
<p>         No velório ficamos a ruminar nossa dor e cogitar o que aconteceria com o motorista assassino. Provavelmente seria indiciado por homicídio culposo, pagaria fiança, sairia da cadeia e em liberdade cumpriria pena alternativa com cestas básicas ou trabalho para a comunidade. Foi, então, que deram uma sugestão: que tal se a pena aplicada aos condenados fosse um serviço no cemitério abrindo covas ou em um hospital onde dariam banho em tetraplégicos? De pertinho vendo o que causaram talvez bastasse para que as pessoas fossem mais responsáveis. Será?</p>
<p>         O que é preciso para consertar o Brasil? Punição. Ok, para quem? Para os governos que só decretam estado de emergência e nada mais fazem? São sempre as mesmas calamidades em todo o país. Chuvas na região serrana do Rio, São Paulo e Santa Catarina. Secas no Sul. Prédios desabando como o de 30 andares na região nobre de Belém no Pará e muitos outras. O pior é que continuarão acontecer até que políticas públicas sejam criadas para a segurança de todos. Até que as autoridades se conscientizem e exerçam seu real papel de aplicar leis severas aos infratores. Até que, nós, pessoas do povo, sejamos mais exigentes com os políticos e façamos cobranças. Punidade é preciso. E já!</p>
<p>Enquanto isto, ficamos a chorar pelos nossos mortos.</p>
<p>(matéria publicada no jornal Tribuna das Gerais, jan/2011 e no site <a href="http://www.xpromocoes.com">www.xpromocoes.com</a>)</p>
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		<title>Aids em todas as idades</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 17:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[Aides na 3a. idade]]></category>
		<category><![CDATA[Aides na Melhor idade;]]></category>

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		<description><![CDATA[Aids em todas as idades &#8211; Uma recomendação, em especial, para a Terceira Idade  VAnessa Arruda Aids foi o tema abordado no Fantástico, no domingo passado, com a finalidade de conscientizar a população brasileira sobre a importância de se prevenir contra esta doença. Ela ataca as células do sistema de defesa do organismo humano, permitindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Aids em todas as idades &#8211; Uma </em></strong><strong>recomendação, em especial, para a Terceira Idade</strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong> VAnessa Arruda</strong></p>
<p>Aids foi o tema abordado no Fantástico, no domingo passado, com a finalidade de conscientizar a população brasileira sobre a importância de se prevenir contra esta doença. Ela ataca as células do sistema de defesa do organismo humano, permitindo que um simples resfriado ou doenças graves como a tuberculose e câncer se instalem mais facilmente.</p>
<p>Antigamente a palavra aids era sinônimo de morte. Hoje, graças aos coquetéis, pessoas acometidas pela doença podem ter mais tempo de vida.</p>
<p>Pesquisas demonstram que no Brasil a população sabe da gravidade desta patologia, sabe se prevenir, conhece a camisinha, mas resiste ao uso da mesma. A faixa etária mais atingida é a de 25 a 49 anos, em maior número no sexo masculino, em relações homossexuais, para quem faz uso de drogas injetáveis e compartilha seringas e principalmente, para aqueles que têm o maior número de parceiros. Ou seja, quanto mais parceiros, maior a possibilidade de contrair a doença. Foram registrados mais de 592 mil casos desde 1980, segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p>A palavra chave, então, passou a ser <strong>conscientização</strong>. É importante conscientizar o brasileiro sobre os benefícios da prevenção, que só acontece com a camisinha. Não se pega aids ao abraçar alguém ou apertar as mãos ou ao doar sangue ou pelo ar ou em piscinas. Se pega sendo displicente e descuidado.</p>
<p>Há um grupo que merece especial atenção que é a terceira idade. Melhor idade é o máximo. Significa a independência financeira, tempo disponível e vida sexual ativa e feliz. Mas para ser feliz e alcançar a tão almejada qualidade de vida é preciso repensar condutas, rever atitudes e ler jornais. O número de vovôs e vovós aidéticos tem aumentado muito nestes últimos anos. Os vovôs entusiasmados com a nova potência (ao fazerem uso de viagras e similares), buscam prazer com mulheres mais novas e não se preocupam em usar camisinhas. Querem provar que o fogo não se extinguiu. Em casa na relação sexual com a esposa faz com o que o vírus se alastre&#8230;</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde casos entre pessoas acima dos 60 anos dobraram de 1997 a 2007. Em 2009 de 497 casos para 1263 idosos infectados!</p>
<p>Um senhor, nascido nos anos 30, dizia que a geração dele era a mais privilegiada de todas, pois viveu numa época pós-pílula anticoncepcional até uma época pré-aids. Não tinha com que se preocupar. Nem como prevenir para não ter filhos e nem com doenças sexualmente transmissíveis.  Sorte desta geração.</p>
<p>Foi num bate papo de mesa de bar, que ao se abordar a preocupante estatística, uma opinião foi colocada sem muitos constrangimentos: &#8211; “eu, uma mulher na casa dos 40 anos  atualmente estou preferindo os jovens para me relacionar sexualmente. Com eles não há problema nenhum em pedir que usem camisinhas. Já os homens de 60 pra cima&#8230; quanta resistência”! Evidentemente que quem deu o depoimento não quis se identificar. E nem precisa. A realidade é esta mesmo.</p>
<p>Hoje, há toda uma campanha veiculada pela mídia e avalizada pela sociedade em geral de valorização da vida. Ela não se acaba após os 60 anos. Estimula-se a convivência em grupos da terceira idade, busca-se a ressocializaçao desta parcela da população, antes desprezada e esquecida e equivocadamente vista como faixa que havia se aposentado sexualmente.</p>
<p>Contudo, é preciso que todos se conscientizem, sejam os governos ou igreja ou família e principalmente a própria terceira idade de que todo cuidado é pouco. A doença existe e não faz distinção nem de gênero, nem de idade, nem de classe. É permitido ser feliz? É! É bom praticar sexo após 60 anos? É claro que é! Mas é bom também ir se acostumando ao uso da camisinha para não engrossar o time dos aidéticos desta faixa etária.</p>
<p> (Matéria publicada no Jornal Vespa News de 29/01/20110</p>
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		<title>Aids em todas as idades, Uma recomendação, em especial, para a Terceira Idade</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jan 2011 09:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados com saúde na 3ª idade]]></category>
		<category><![CDATA[Terceira idade e Aids; Aids]]></category>

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		<description><![CDATA[        VAnessa Arruda  Aids foi o tema abordado no Fantástico, no domingo passado, com a finalidade de conscientizar a população brasileira sobre a importância de se prevenir contra esta doença. Ela ataca as células do sistema de defesa do organismo humano, permitindo que um simples resfriado ou doenças graves como a tuberculose e câncer se instalem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">        VAnessa Arruda<strong> </strong></p>
<p>Aids foi o tema abordado no Fantástico, no domingo passado, com a finalidade de conscientizar a população brasileira sobre a importância de se prevenir contra esta doença. Ela ataca as células do sistema de defesa do organismo humano, permitindo que um simples resfriado ou doenças graves como a tuberculose e câncer se instalem mais facilmente.</p>
<p>Antigamente a palavra aids era sinônimo de morte. Hoje, graças aos coquetéis, pessoas acometidas pela doença podem ter mais tempo de vida.</p>
<p>Pesquisas demonstram que no Brasil a população sabe da gravidade desta patologia, sabe se prevenir, conhece a camisinha, mas resiste ao uso da mesma. A faixa etária mais atingida é a de 25 a 49 anos, em maior número no sexo masculino, em relações homossexuais, para quem faz uso de drogas injetáveis e compartilha seringas e principalmente, para aqueles que têm o maior número de parceiros. Ou seja, quanto mais parceiros, maior a possibilidade de contrair a doença. Foram registrados mais de 592 mil casos desde 1980, segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p>A palavra chave, então, passou a ser <strong>conscientização</strong>. É importante conscientizar o brasileiro sobre os benefícios da prevenção, que só acontece com a camisinha. Não se pega aids ao abraçar alguém ou apertar as mãos ou ao doar sangue ou pelo ar ou em piscinas. Se pega sendo displicente e descuidado.</p>
<p>Há um grupo que merece especial atenção que é a terceira idade. Melhor idade é o máximo. Significa a independência financeira, tempo disponível e vida sexual ativa e feliz. Mas para ser feliz e alcançar a tão almejada qualidade de vida é preciso repensar condutas, rever atitudes e ler jornais. O número de vovôs e vovós aidéticos tem aumentado muito nestes últimos anos. Os vovôs entusiasmados com a nova potência (ao fazerem uso de viagras e similares), buscam prazer com mulheres mais novas e não se preocupam em usar camisinhas. Querem provar que o fogo não se extinguiu. Em casa na relação sexual com a esposa faz com o que o vírus se alastre&#8230;</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde casos entre pessoas acima dos 60 anos dobraram de 1997 a 2007. Em 2009 de 497 casos para 1263 idosos infectados!</p>
<p>Um senhor, nascido nos anos 30, dizia que a geração dele era a mais privilegiada de todas, pois viveu numa época pós-pílula anticoncepcional até uma época pré-aids. Não tinha com que se preocupar. Nem como prevenir para não ter filhos e nem com doenças sexualmente transmissíveis.  Sorte desta geração.</p>
<p>Foi num bate papo de mesa de bar, que ao se abordar a preocupante estatística, uma opinião foi colocada sem muitos constrangimentos: &#8211; “eu, uma mulher na casa dos 40 anos  atualmente estou preferindo os jovens para me relacionar sexualmente. Com eles não há problema nenhum em pedir que usem camisinhas. Já os homens de 60 pra cima&#8230; quanta resistência”! Evidentemente que quem deu o depoimento não quis se identificar. E nem precisa. A realidade é esta mesmo.</p>
<p>Hoje, há toda uma campanha veiculada pela mídia e avalizada pela sociedade em geral de valorização da vida. Ela não se acaba após os 60 anos. Estimula-se a convivência em grupos da terceira idade, busca-se a ressocializaçao desta parcela da população, antes desprezada e esquecida e equivocadamente vista como faixa que havia se aposentado sexualmente.</p>
<p>Contudo, é preciso que todos se conscientizem, sejam os governos ou igreja ou família e principalmente a própria terceira idade de que todo cuidado é pouco. A doença existe e não faz distinção nem de gênero, nem de idade, nem de classe. É permitido ser feliz? É! É bom praticar sexo após 60 anos? É claro que é! Mas é bom também ir se acostumando ao uso da camisinha para não engrossar o time dos aidéticos desta faixa etária.</p>
<p>(Matéria publicada no jornal Vespa News em Janeiro/2011)</p>
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		<title>Ajudar é preciso</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2011 08:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vanessa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas e matérias de Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[Catástrofe]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas de verão no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédias]]></category>

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		<description><![CDATA[        VAnessa Arruda   As imagens são tão fortes, tão desesperadoras que de longe não dá pra imaginar o tamanho do estrago. No mínimo, assustador. Ninguém que não tenha passado por isto pode imaginar este cenário de guerra.  Estas foram as palavras de uma moradora de Nova Friburgo ao contatar uma amiga aqui de Vespasiano, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">        VAnessa Arruda</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>As imagens são tão fortes, tão desesperadoras que de longe não dá pra imaginar o tamanho do estrago. No mínimo, assustador. Ninguém que não tenha passado por isto pode imaginar este cenário de guerra.  Estas foram as palavras de uma moradora de Nova Friburgo ao contatar uma amiga aqui de Vespasiano, a sra. Alcione Fernandes, do bairro Célvia,</p>
<p>Solidariedade, generosidade e caridade de alguns têm sido o alívio para aqueles que perderam tudo. Doações de diversos tipos chegam a todo momento e demonstram o quanto somos um povo bom. Um povo que se sensibiliza com o sofrimento e a miséria alheia.</p>
<p>A televisão e diversas mídias têm explorado bastante o tema e inclusive, nos mostram um outro lado da tragédia. Como, por exemplo, a má fé de alguns que roubam donativos ou comerciantes que aumentaram os preços dos produtos de primeiríssima necessidade. Já imaginaram se a lei brasileira fosse igual a do Irã, onde os ladrões têm a mão amputada por crimes desta natureza? Mas também nos mostram o carinho dos professores que anteciparam a volta às aulas e foram ao local distrair as crianças, diversas pessoas que abriram sua casa para acolher dezenas de outras pessoas, depoimentos dos bombeiros que choram ao relatar os salvamentos e muito mais.</p>
<p>A maioria dos cidadãos de nossa cidade, com certeza, ajudou enviando qualquer donativo para a Cruz Vermelha. Mas, muito embora, Vespasiano, graças à Deus, não tenha sofrido enchentes, fica a seguinte pergunta: &#8211; o que estamos fazendo para ajudar instituições que trabalham pelas nossas crianças, nossos velhos e pessoas indefesas? Creches, asilos, Casa de Passagem, Aspave e muitas outras estão recebendo nosso reconhecimento, nossa gratidão, nossa ajuda?</p>
<p>Há várias formas de ajudar. Ações voluntárias que fazem a diferença. Ações que geram dignidade pra quem recebe, paz e bem-estar a quem está doando. Podemos citar o asilo, cujo local precisa de obras, de pessoas que possam visitar os idosos e ler uma estória, fraldas geriátricas, material de limpeza. Terapeutas, psicólogos, fonaudiólogos, fisioterapeutas e enfermeiros também podem doar seu trabalho nem que seja por 30 minutos diários. Atos simples que podemos chamar de generosidade. A própria família destes idosos poderia cumprir o seu papel e buscá-los para passar um final de semana em casa. Pasmem, pois isto raramente acontece!</p>
<p>É bem certo que muitos não ajudarão e ainda dirão que é uma obrigação do Estado. Concordo plenamente. É uma obrigação do município, dos políticos e do Estado, mas também somos responsáveis e podemos contribuir de alguma forma.</p>
<p>No momento a ASPAVE (Ação Social da Paróquia de Vespasiano) vem desenvolvendo ações para resgatar a cidadania e auto-estima daqueles que mais necessitam. A começar pela Cooperativa de Reciclagem que gera renda para um grupo de jovens e ainda contribui para melhoria ambiental. Esta é outra opção de ajuda que os moradores daqui possuem. Separar material a ser reciclado, se possível, encaminhá-lo para as gaiolas de coleta ou solicitar o caminhão, que já passa em alguns bairros de nossa cidade, para recolhê-lo. Também é preciso mensalmente de 150 cestas básicas para as famílias cadastradas junto à Igreja Matriz. O município tem aproximadamente cem mil habitantes e precisamos apenas de 150 pessoas para doarem as cestas,  que custam no máximo $35,00 (trinta e cinco reais). Garantidas até agora temos poucas cestas. E o restante das famílias?</p>
<p>É aí que entra você que está lendo esta matéria. Que atenda este pedido de socorro.  Pessoas que ajudam são <strong>pessoas-anjos</strong> enviadas de Deus. São pessoas que percebem que a melhoria do mundo passa pelas nossas mãos e pelos nossos corações. Ajudar aqueles que necessitam faz com que sempre tenhamos crédito com Deus e com certeza, sairemos ganhando muito mais do que estamos doando.</p>
<p>Para quem se sensibilizar e quiser ajudar o Lar dos Idosos fica na Rua São Paulo, 731- Célvia – 3621-1863 ou pelo site <a href="http://www.lardosidososnsauxiliadora.blogspot.com/">www.lardosidososnsauxiliadora.blogspot.com/</a>  Os nossos velhinhos ficarão imensamente agradecidos. O telefone da ASPAVE é 3621-2722, no horário de 13 às 17 horas e da Coordenadora Paroquial, Geralda Magela Drumond Cedro, mais conhecida como Tosa, é 3621-1578.</p>
<p>Lembrem-se de que não é preciso catástrofe para tocar nossos corações. Todo dia é dia para nos tornar mais humanos.</p>
<p> (Matéria publicada no Jornal Vespa News de jan/2011)</p>
<p>Vanessa Arruda – <a href="http://www.vanessaarruda.com.br/">www.vanessaarruda.com.br</a></p>
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