janeiro 7th, 2018 | Sem Comentários »

Negócio Social
Iniciativas de empreendedorismo social pipocam por toda parte. Entenda o que esse conceito quer dizer

“A arte de empreender inspira e motiva pessoas pelo mundo todo. Grandes negócios são criados e ótimas ideias são colocadas em prática. Vidas são transformadas, empregos são gerados e desafios são superados. E bota desafios nisso. De alguns anos para cá um novo tipo de empreendedorismo vem ganhando a cena, o empreendedorismo social. Você já ouviu falar nisso?
Sim, empreendedorismo social. Pode-se dizer que o empreendedor que opta por esse caminho, monta um negócio em que a responsabilidade social está no core do negócio. Como assim? Isso mesmo. São negócios lucrativos que resolvem problemas sociais por meio da venda de produtos ou serviços. A proposta é simples: utilizar técnicas de gestão, inovação, criatividade, sustentabilidade e outras com o propósito de maximizar o capital social de uma comunidade, bairro, cidade ou mesmo país. Resumindo, empreendedores sociais buscam transformar o mundo e melhorar a vida das pessoas utilizando métodos geralmente presentes no cotidiano de empresas.
Você deve estar se perguntando se esse negócio de empreendedorismo social é mesmo verdade. A resposta é sim. O empreendedorismo social já é uma realidade em nosso país e no mundo; e os diferentes modelos de negócios desenvolvidos por empreendedores estão quebrando muitos paradigmas, contribuindo para transformar realidades.
No Brasil há várias empresas que praticam o negócio social e são bem sucedidas, como a Natura, Banco Itaú, Sebrae e outras.
Como destaque, o Centro Cultural Lá da Favelinha é uma iniciativa da Comunidade do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte e foi fundado em 2015. Sem o apoio do governo ou de algum patrocinador, o Lá da Favelinha caminha sempre com as próprias pernas. O projeto nasceu a partir de uma oficina de rap que acontecia há oito anos no aglomerado. Com o crescimento da oficina que, logo após, se tornou também uma biblioteca, surgia a demanda de haver mais atividades que promovessem a cultura nos entornos da comunidade”. Desta forma, hip hop, aulas de inglês, capoeira, teatro e brinquedoteca são ofertados diariamente. Em média, são atendidas 300 pessoas por semana no espaço, onde todos os oficineiros são voluntários. “Tirando a parte financeira, o desafio agora é manter as atividades de pé, principalmente os eventos, porque a gente ainda necessita de equipamento, tipo projetor, som e microfone, mas, até então, está funcionamento de forma voluntária. É bem interessante essa troca que a gente faz com a comunidade e com as pessoas que apoiam o espaço”, conta o músico e fundador do projeto, Kdu dos Anjos, de 26 anos.
Belo exemplo.

Fonte: http://endeavor.org.br/ e http://www.mepoenaboa.com.br/belo-horizonte/la-da-favelinha (textos modificados).

VAnessa Arruda
Mestra em Administração, Pós Graduada em Marketing Político, Graduada em Jornalismo, Professora Universitária, Escritora, Poeta.

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